segunda-feira, 5 de março de 2018

E-book Música Árabe

QUER LEVAR A MÚSICA ÁRABE NO BOLSO?
- Ter sua dança totalmente conectada com a música...

- Além de sentir a música, conhecer sua estrutura maravilhosa, saber extrair o melhor dela e ainda conseguir falar sobre música sem inseguranças, sem rodeios...

- Poder tirar suas dúvidas onde estiver e quando quiser...
Quem não quer?


Bom, todo mundo que dança está sempre, de alguma forma, em contato com a música árabe:
- Ouve em casa, indo para o trabalho, na sala de aula, escolhe as que mais gosta para dançar, ouve várias vezes para coreografar ou improvisar, escuta nas horas vagas...
A música está sempre presente na nossa vida! ❤️🎶❤️
Afinal de contas, música é o que dançamos.
Ouvimos, curtimos... Temos intenso contato com música árabe!
Mas... Porque então é tão difícil falar sobre ela? Parece até que temos medo de música!
Medo de músicaaaa? 😱😱😱
Mas a música deveria ser nossa melhor amiga, nossa parceira, nossa aliada!
O que está acontecendo?
Eu sei que, em geral, se fala pouco sobre música nas aulas de dança. Não dá tempo de aprofundar e as professoras falam apenas o básico, ou nem isso...
E quando você tem alguma dúvida, geralmente você pergunta para alguém, ou pesquisa em sites e blogs. E daí a coisa fica ainda mais confusa! Existem muitas informações contraditórias, pouco confiáveis, superficiais... 🤔
Sei de pessoas que quiseram se profundar e ouviram: “Mas você é bailarina, para que quer saber...?” 😳
Oiiiii? Mas música é o que você dança, é CLARO que tem que saber!
Daí fica morrendo de medo de não “entender” uma música, ou de não “saber ler” uma música...
E se for professora, fica torcendo para que as alunas não perguntem alguma coisa que é básica, mas que você não sabe....
E você, que queria tanto conhecer melhor a música que tanto ama, fica cada vez mais frustrada... 😓😓😓
Ninguém merece...
Se você está farta de tudo isso, esta mensagem é para você!
Você precisa construir seu conhecimento sobre bases sólidas! Assim não vai mais ficar refém de uma informação aqui, outra ali...
Isso aconteceu comigo e eu gostaria de te contar:
Fui para a Síria algumas vezes para estudar as danças folclóricas de lá; este foi o tema do meu Mestrado.
Na volta, para fazer a minha dissertação, eu precisava falar sobre música árabe, claro, afinal, música e dança estão totalmente conectadas.
Mas cadê o material?
Tinha tão pouca coisa escrita sobre música...
E nada, nada, em português...
Frustação total! 😭😭😭
E para um mestrado a gente não pode escrever qualquer coisa, né? Tem que estar tudo certo, comprovado, aceito pelos árabes.
Mas eu estava tão determinada que fui mais uma vez para a Síria.
Fiquei 40 dias, 8 horas por dia, recolhendo material em institutos e universidades.
Sim, 320 horas recolhendo material, lendo, fotografando, xerocando!!!
Tinha mais um “detalhe”: era inverno, quando estava “quente” estava 2, 3 graus...
Com chuva... ☃️☃️☃️
Aquela vontade de ficar no meu canto quentinha, ou ainda fazendo compras naqueles mercados maravilhosos, passear...
Olha, se eu não gostasse MUITO do assunto, se eu não quisesse muito, eu teria desistido!
Foi um trabalhão, mas valeu a pena! Trouxe tudo para cá e comecei a olhar com calma, traduzir... E encontrei material que não havia visto em nenhum lugar!!! 🎉🎉🎉🙏🙏🙏
Aos poucos, conforme fui estudando o que eu havia trazido, eu entendi porque a música árabe nos toca tão profundamente, porque ela é tão MARAVILHOSA...!
Ela é feita sobre bases sólidas, é um conhecimento milenar, fruto de imensas pesquisas, construído por muitas pessoas.
Daí eu fiquei tão maravilhada que decidi DIVIDIR TUDO O QUE EU DESCOBRI escrevendo o livro “Música Árabe: expressividade e sutileza”. 
Eu não queria guardar esse conhecimento só para mim!
Eu pensei no quanto as outras bailarinas ainda passam pelas mesmas dificuldades que eu, ou seja, não encontrar nenhum material confiável em português.
Escrever o livro foi a maneira que encontrei de entregar todo esse conhecimento já mastigado, prontinho para você: tudo organizado, traduzido, esquematizado para a sua melhor compreensão.
Aliás, quem tem o livro físico sabe:
Ele é fruto de um Mestrado, logo, não tem “achismos”: só coloquei nele informações totalmente CONFIÁVEIS e aceitas academicamente.
Por outro lado, minha banca não era de músicos (fiz mestrado em Cultura Árabe), então eu escrevi para que qualquer pessoa possa ler e entender.
Então ele é um livro de consulta, para SABOREAR aos poucos.
Você pode começar do início e ir até o final, ou pode começar por aqueles assuntos que tem mais dúvida.
Tarab? Taqsim? Ritmos, instrumentos? Maqam?
TEM TUDO LÁ! 😍😍😍
Agora eu tenho uma boa e uma má notícia:
- A má notícia é que o livro está esgotado... Foram 1500 exemplares vendidos. Um número muito acima das expectativas. O que mostra a vontade que as pessoas estão de conhecer melhor a música árabe.
- A boa notícia é que, devido a inúmeros pedidos, eu decidi lançar o livro em formato digital!
Sim, agora meu livro físico VIROU E-BOOK! 🎉🎉🎉
Ou seja:
- Você pode acessar em qualquer lugar!
- Tirar aquelas dúvidas que aparecem de repente, quando você está andando na rua, no ônibus (quem nunca?), ou ouvindo uma música, ou antes de dar uma aula, ou quando se prepara para um concurso...!
Estou super feliz em te contar tudo isso! 😍😍😍
É um SONHO REALIZADO: poder continuar ajudando as pessoas a terem mais conhecimento, mais segurança, mais ousadia e coragem!
Se você comparar a dança de duas pessoas com o mesmo nível técnico, perceberá que a que conhece música dança melhor! Com mais segurança, mais propriedade, sabe fazer uma boa leitura musical.
Pois é, conhecimento é PODER! Então, chega de ficar à mercê de informações superficiais e contraditórias, VIRA ESTE JOGO!
Se tudo isso faz sentido para você, se você quer transformar sua dança se apoderando da música,
Clique neste LINK
https://pay.hotmart.com/E6978342C
E veja como ter acesso a este material que foi preparado com muito cuidado e carinho.
Ao comprar o e-book, você receberá uma mensagem do Hotmart com o link de acesso a ele.
NA HORA você já consegue começar sua leitura! 😍
Tudo isso foi feito para você, que quer fazer da música sua melhor parceira, sua aliada! Não perca esta OPORTUNIDADE!!!
Avise as pessoas que você sabe que também desejam transformar sua dança!
Bom, este é o recado que eu tinha para te dar. Espero que tenham gostado da novidade! 😘😘😘

sábado, 3 de fevereiro de 2018

PESQUISADORES e ESCRITORES SÃO ETERNOS!



Quero hoje falar sobre uma grande pesquisadora brasileira, arqueóloga, historiadora:

FERNANDA DE CAMARGO MORO

Se você gosta de relatos de viajantes sérios, que realmente te levam para o lugar (e não para a imaginação deles), ela é A referência!

Sempre gostei dos livros dela, e usei vários em minhas pesquisas e também na dissertação de mestrado.

Recomendo firmemente:

- A Ponte das Turquesas: para conhecer melhor a região onde hoje é a Turquia, e também saber como REALMENTE funcionavam os haréns (beeeeem diferente daquelas imagens fantasiosas dos pintores europeus...)

- As caravanas da Lua: pela rota do incenso em busca da Rainha de Sabah: para conhecer melhor o Iêmen, as rotas comerciais, o cotidiano, etc.

- Mar de pérolas: Dubai e emirados, onde faz um relato a respeito das grandes modificações ocorridas naquela região.

E tem ainda muitos outros!
O delicioso Arquelogias culinárias da Índia, por exemplo.

Aliás, falando em delicioso, em todos os livros dela há uma grande parte dedicada às receitas culinárias!


Hoje, pensando me fazer contato com ela para colaborar com uma entrevista para meu novo livro, soube que já faleceu... Em 2016...

Fiz uma oração por ela, agradecendo sua vida e sua grande contribuição!
E pensei que ela está em cada página de sua obra! Vou reler e apreciar novamente sua grande obra.
Realmente, pesquisadores e escritores são eternos! <3

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Cursos em Agosto


               CONTATO: marciadib@hotmail.com

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Musicalidade, Ritmos, Snuj

Gosta de MÚSICA ÁRABE?
Aproveite o mês de julho para dar uma reciclada!
Temas do dia 23 de julho (domingo): Snuj, Musicalidade e Ritmos

Veja abaixo:

TEMA 1 – SNUJ – das 10 às 12h
Método simples, prático e EFICIENTE
Venha aprender (de uma vez por todas) a tocar snuj; é mais fácil e divertido do que você imagina. Traga seu snuj e venha treinar!
Os diversos TOQUES: você sabia que pode tocar um pratinho no outro de várias maneiras, produzindo sons diferentes? Isto enriquecerá sua dança e aperfeiçoará sua leitura musical!
Montando FRASES RÍTMICAS: antes de pensar em acompanhar ritmos, é preciso entender e praticar pequenas frases rítmicas. Será fornecida uma tabela para você seguir e estudar sempre.
Acompanhando a música: é possível tocar dando ÊNFASE no pulso, no ritmo ou na melodia. Vamos conhecer estas possibilidades e criar nossa própria música!
DANÇANDO com snuj: como fazer para unir os toques da percussão com os passos da dança, sem receio e sem dramas!

TEMA 2 - MUSICALIDADE E DANÇA – das 14 às 16h
Como aproveitar melhor as qualidades dos sons para dançar melhor?
Como escutar música? Como falar sobre música com os outros?
Um caminho para percepção musical e escuta atenta, através de exercícios e informações.
Venha fazer esta experiência sonora e corporal!

TEMA 3 - RITMOS MAIS UTILIZADOS NA DANÇA – das 16 às 18h
Serão abordadas diversas maneiras de IDENTIFICARr os principais ritmos utilizados na dança.
Cada ritmo possui uma identidade, uma PERSONALIDADE, que nos estimula de maneira diferente.
Conhecer os ritmos traz mais riqueza e SEGURANÇA à nossa dança!

Investimento: 50 reais por tema
Para reservar sua vaga é preciso depositar metade do valor
Local: Estúdio Marcia Dib (região da Avenida Paulista)
Contato: inbox ou pelo email marciadib@hotmail.com

Marcia Dib é autora do livro "Música Árabe: expressividade e sutileza"

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Reciclagem em Julho!

Aproveite o mês para tirar suas dúvidas e conhecer mais sobre a maravilhosa cultura árabe!




Dia 22, sábado – aulas teóricas:
- 10 às 12h: Tarab: conceito na música e na dança
- 14 às 18h: História da Dança do Ventre: construção  no Oriente e no Ocidente
         

Dia 23, domingo – aulas teóricas e práticas: 
- 10 às 12h: Snuj
- 14 às 16h: Musicalidade para bailarinas
- 16 às 18h: Ritmos mais utilizados na dança
   OBS. traga seus instrumentos


Dia 29, sábado – aulas teóricas:
- 10 às 12h: Danças clássicas árabes: Samah e Muwwashshah
- 14 às 16h: Dabke e seus diversos estilos
- 16 às 18h: Danças Beduínas da Síria


Serão fornecidos certificados e apostilas

Investimento: 50 reais por tema
       (exceto História da Dança do Ventre: 100 reais)
Reserve sua vaga depositando metade do valor

Contato: marciadib@hotmail.com

Local: Estúdio Marcia Dib, região da Paulista


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Entrevista com Marcia Dib

Entrevista cedida à Central da DAnça do Ventre

Ela fez mestrado sobre cultura árabe, lançou o 1º livro sobre Música Árabe do Brasil, ministra cursos e palestras pelo país….e muito mais. Entrevistei ela pra contar um pouco de tanta coisa bacana que ela faz por nós e pela cultura árabe no Brasil. 


 1. Você fez mestrado na USP sobre Cultura Árabe, que depois te levou a lançar o livro Música Árabe. De onde veio este interesse pela Música Árabe?
Eu estudei música desde pequena: piano, canto, percepção e teoria musical. Mas sempre a música ocidental. 
Quando comecei a praticar as danças árabes, fiquei maravilhada com as sonoridades orientais e decidi pesquisar mais sobre a música árabe.           
Mais tarde, quando fui para a Síria p
ara estudar as danças e músicas de lá, percebi a riqueza e diversidade da cultura árabe. Existem muitas manifestações musicais árabes, mas a base sonora é a mesma. Escrevi o livro para falar sobre o que a música árabe tem em comum, já que seria impossível falar sobre “toda” a música árabe.



2. Você ministra cursos e palestras pelo Brasil sobre Música Árabe, quais as dificuldades e interesses que você nota que são mais comuns em quem dança?
Existe bastante interesse em conhecer melhor a música. Cada vez mais as pessoas percebem o quanto a música pode ser explorada para fazer uma dança mais bonita. 
Eu percebo que a maior dificuldade é o estudo das melodias; trabalhar as características da melodia a favor da dança. O estudo de música árabe no Brasil é muito concentrado no ritmo e, às vezes, a parte melódica é deixada de lado. É uma pena, já que um mesmo ritmo pode ser o “chão” de diversos tipos de melodia. 
Percebo também um certo receio das pessoas em relação à música árabe, como se ela fosse muito difícil de entender. Nos cursos elas acabam perdendo o medo e conseguindo conversar sobre música e aproveitar o que ela tem de bom. 


3. Na sua opinião, quais os elementos da música árabe que são mais essenciais para uma bailarina de Dança do Ventre conhecer e dominar? Estes itens as bailarinas encontram no seu livro? E encontram em quais cursos seus?
Acho muito importante perceber que existem uma intenção por trás da música. Ter claro que, “do lado de lá” da música existe uma pessoa que pensou em tudo: na estrutura da música, nas frases melódicas e rítmicas, nas pausas... Ao perceber a intenção do compositor (e para isso é preciso sentar e ouvir várias vezes, saboreando cada trecho), a bailarina consegue explorar com muito mais segurança cada aspecto da música. Ela mergulha na música e extrai o melhor dela! 
No livro eu abordo várias características da música e da composição musical, tanto em relação às melodias como aos ritmos. É um livro de consulta, de estudo constante. A pessoa pode ler aos poucos, conforme suas dúvidas e interesses. 
Eu monto os cursos em função das necessidades das pessoas. Existem os cursos gerais, sobre música árabe e musicalidade, mas também costumo oferecer cursos personalizados. 


4. Além da música árabe, uma outra vertente forte de seu trabalho é o Folclore Árabe, mais especificamente o da Síria. Conta um pouco de onde surgiu este interesse e como é seu trabalho com este folclore.
Minha família é da Síria, vieram há bastante tempo mas ainda temos ligações com nossas raízes. Quando fui estudar dança na Síria, não conhecia nada do folclore de lá (apenas um pouco do dabke...). Fiquei muito surpresa com a diversidade das danças! Acabei voltando para lá para estudar com professores particulares e também fiz estágio em um grupo de danças folclóricas. Foi um processo muito enriquecedor, voltei completamente fã daquelas danças tão pouco conhecidas por aqui.


5. Quais as principais características do Folclore da Síria? E quais você mais gosta?
A Síria é um país muito grande e possui diversas danças regionais. Existem as danças das montanhas férteis, as danças do deserto, aquelas praticadas no norte (próximas ao Rio Eufrates), as danças das cidades grandes e pequenas... São muitas manifestações diferentes e lindas, é difícil escolher uma predileta! No meu blog existe uma postagem que fala um pouco sobre elas, veja aqui.


6. O seu livro Música Árabe foi o 1º a ser lançado sobre o tema no Brasil. Conta um pouco sobre quando lançou, como foi o processo de criação. E onde as pessoas podem encontrar ele pra comprar.
Enquanto eu estava elaborando a minha dissertação de Mestrado, eu precisei falar bastante sobre as músicas da Síria, mas não havia material em Português. E pouquíssimo material em outras línguas... Tive que voltar para a Síria para conseguir material teórico para justificar algumas coisas que são óbvias para qualquer músico árabe. Coisas do meio acadêmico... Então fiz um capítulo dedicado à música, para que as pessoas conseguissem entender sobre o que eu estava falando. Depois que eu entreguei o Mestrado, surgiu a oportunidade de editar o livro. Fiz uma revisão e ampliei as informações contidas na dissertação e publiquei o livro, que teve ampla aceitação. Como a edição é minha, as pessoas podem comprar diretamente comigo (é só entrar em contato aqui ou pelo email marciadib@hotmail.com). Se preferirem, podem comprar pelo site da Shimmie, tem exemplares lá também. 


7. Você nota que o Brasil nutre especial interesse pela cultura árabe, tanto no que diz respeito à culinária, literatura, arte e dança? A que você atribui este interesse?
Acredito que o grande interesse aconteça por três motivos: primeiro, as culturas do Mediterrâneo são muito próximas e no Brasil existem forte imigração mediterrânea e acaba existindo uma identificação. 
Em segundo lugar, porque os árabes estiveram presentes em Portugal e no norte da África, por onde vieram indiretamente muitas influências árabes para o Brasil, pelos colonizadores e povos escravizados (nas palavras, alimentação, hábitos, música e dança). 
E em terceiro lugar, porque a cultura é linda, rica e interessante! Sou suspeita... rs


8. Qual conselho você daria para quem dança?
Nunca perca de vista que a dança nasceu em um ambiente cultural específico. Foi a partir de danças simples, do cotidiano, que vieram as raízes da dança do ventre. Ela foi sendo construída de maneira a se tornar uma dança-espetáculo, mas não deveria perder suas origens. 
Penso da mesma maneira em relação à música. A música árabe é feita em cima de bases tão profundas e maravilhosas, que deveriam ser sempre o nosso chão para dançar. 
A sabedoria árabe está presente em todas as manifestações culturas e artísticas, e não deve ser esquecida ou pouco aproveitada. 


9. Quer deixar algum recado, alguma dica? Fica à vontade.
Eu diria para nunca deixar de estudar, de ter curiosidade, de ampliar seus horizontes. Isso é estar viva! O artista deve estar sempre aberto a se desafiar, a aprender coisas novas. E eu estou sempre à disposição para quem quiser estudar. E só entrar em contato comigo!

Marcia Dib é Mestre em Cultura Árabe pela FFLCH/USP e autora do livro Música Árabe: expressividade e sutileza
Blog: http://marciadib.blogspot.com.br/Facebook: https://www.facebook.com/marcia.dib.5
Email marciadib@hotmail.com

sábado, 5 de novembro de 2016

Quem foram as odaliscas?

Por meio da análise das pinturas orientalistas, será abordado o contexto social e artístico no qual a mulher árabe foi vinculada a haréns misteriosos, sendo representada como uma “odalisca” passiva, seminua e silenciosa. Afinal, quem seriam as odaliscas? Qual é a estrutura social de um harém? Odaliscas são dançarinas?

Marcia Dib é mestre em Cultura Árabe pela FFLCH/USP, autora do livro Música Árabe: expressividade e sutileza; diretora do Mabruk! Companhia de Danças Folclóricas Árabe; professora, coreógrafa e bailarina de danças árabes.


Inscrições: http://www.icarabe.org/Proximas-Palestras-Civilizacao-Islamica

Serviço:

08/Nov 3ª feira 14h30 às 16h30
Valor único por palestra: R$ 30,00 
Acima de 4 palestras: 10% desconto 
Inscrições: www.icarabe.org ou pagamento na hora em cheque ou dinheiro.
Informações: cursos@icarabe.org
Auditório da Livraria Martins Fontes, Av. Paulista, 509 – Tel. 21679900 (metrô Brigadeiro)
Convênio com estacionamentos: R. Manoel da Nóbrega, 88 ou 95 Vagas limitadas!
Realização: Instituto da Cultura Árabe Coord. Heloisa Abreu Dib Julien

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Palestras sobre Cultura Árabe

ICArabe e Livraria Martins Fontes promovem ciclo de palestras “Temas da Civilização Islâmica”


O Instituto da Cultura Árabe, em mais uma parceria com a Livraria Martins Fontes, promoverão, a partir de 8 de novembro, o Ciclo de Palestras “Temas da Civilização Islâmica”. Serão oito conferências - de 8 de novembro a 14 de dezembro - com especialistas que apresentarão a cultura árabe e islâmica além dos estereótipos. A coordenação é de Heloisa Abreu Dib Julien.
 
As inscrições estão abertas, acesse aqui: http://www.icarabe.org/node/2831
 
Confira a programação:
 
- 08/11, às 14h30 – “Mulheres árabes como ‘Odaliscas’: uma imagem construída pelos ocidentais” – Marcia Dib
- 22/11, às 14h30 – “A arte nos palácios da Síria: danças e música” – Marcia Dib
- 22/11, às 19h30 – “Palácios Árabes: do califado de Damasco ao sultanado de Granada parte 1” – Plinio Freire
- 23/11, às 19h30 – “Palácios Árabes: do califado de Damasco ao sultanado de Granada parte 2” – Plinio Freire
- 28/11, às 14h30 – “Povos beduínos da Síria: cotidiano e arte” – Marcia Dib
- 29/11, às 19h30 – “A tapeçaria persa - O pavão, a rosa e a trama” – Plinio Freire
- 08/12, às 19h30 – “A controvérsia das caricaturas do Profeta Maomé” – Plinio Freire
- 14/12, às 19h30 – “Delacroix no Marrocos: um outro Orientalismo?” - Ana Beatriz Demarchi Barel
 
Serviço:
Investimento: R$ 30 (10% de desconto acima de 4 palestras).
Vagas limitadas. Não deixe de participar!
Local: Auditório da Livraria Martins Fontes, Av. Paulista, 509 – Tel. 21679900 (metrô Brigadeiro)
Convênio com estacionamentos: R. Manoel da Nóbrega, 88 ou 95

Realização: ICArabe e Livraria Martins Fontes